<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Conexão Aprendiz</title>
	<atom:link href="http://www.conexaoaprendiz.org.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.conexaoaprendiz.org.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 21 Mar 2011 17:00:13 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Aprendiz não pode atuar em funções que tragam risco à saúde</title>
		<link>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/03/21/aprendiz-nao-pode-atuar-em-funcoes-que-tragam-risco-a-saude/</link>
		<comments>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/03/21/aprendiz-nao-pode-atuar-em-funcoes-que-tragam-risco-a-saude/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 12:53:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei do Aprendiz]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aprendiz.locaweb.com.br/conexaoaprendiz/?p=458</guid>
		
        <!--<description><![CDATA[]]></description>
		<description><![CDATA[]]></description>-->
        
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para evitar que os adolescentes exerçam atividades inadequadas para a sua idade ou então trabalhem em locais de risco à sua saúde, é que entre 2001 e 2002 foram criadas as portarias nº 20 e nº 4.</p>
<p>A portaria n° 20 impede a participação do adolescente em funções impróprias e classifica as funções insalubres. Nela, estão listadas as funções com alto índice de perigo para os adolescentes.</p>
<p>Um ano depois, com a criação da portaria n° 4, essas mesmas funções, que até então eram proibidas para adolescentes, voltaram a ser consideradas na hora da contratação. Porém, sob a condição de que só podem ser exercidas pelos aprendizes por meio de um parecer técnico assinado por um profissional legalmente habilitado em segurança e saúde no trabalho.</p>
<p>Esse profissional precisa atestar a não exposição a riscos que possam comprometer a saúde e a segurança dos adolescentes. &#8220;Cabe a ele, constatar se o local é próprio para o adolescente. Só assim um aprendiz poderá trabalhar numa área industrial&#8221; diz Marília de Oliveira Silva, auditora fiscal do trabalho e coordenadora do Grupo Especial de Combate ao Trabalho Infantil e de Proteção ao Trabalho Adolescente (GECTIPA) da Delegacia Regional do Trabalho de São Paulo.</p>
<p>Dessa forma, a lei estabelece que as empresas de médio e grande porte devem contratar de 5% a 15% de adolescentes aprendizes, entre 14 e 24 anos incompletos, em cada estabelecimento, excluindo apenas os cargos que necessitem de formação profissional e as funções insalubres.</p>
<p><em>Originalmente publicada em 18/05 /2004<br />
Autor: Gilberto Freitas</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/03/21/aprendiz-nao-pode-atuar-em-funcoes-que-tragam-risco-a-saude/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entre os desafios, CMDCAS devem difundir informação sobre a lei</title>
		<link>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/03/21/entre-os-desafios-cmdcas-devem-difundir-informacao-sobre-a-lei/</link>
		<comments>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/03/21/entre-os-desafios-cmdcas-devem-difundir-informacao-sobre-a-lei/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 12:47:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei do Aprendiz]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cmdca]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aprendiz.locaweb.com.br/conexaoaprendiz/?p=514</guid>
		
        <!--<description><![CDATA[]]></description>
		<description><![CDATA[]]></description>-->
        
			<content:encoded><![CDATA[<p>“O número de contratação de  aprendizes é inferior ao  número da potencialidade da cidade. Para que tenhamos  condições de  realizar um trabalho com maior eficiência no município, investir  em  planejamento e em informação são os grandes desafios”, afirma a  presidente  do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente (CMDCA) de  São Paulo, Elaine  Aparecida Maciça Batista Ramos.</p>
<p>Atualmente, o município do  São Paulo, de acordo com os  dados do CMDCA-SP, possui mais de 11 mil  adolescentes e jovens em  programas de aprendizagem. São 39 organizações  executoras, responsáveis  pelo atendimento em 60 núcleos de serviços espalhados  pelas quatro  regiões da cidade.</p>
<p>Com o objetivo de promover a  lei de aprendizagem, o  CMDCA-SP definiu o aprendiz como um eixo prioritário  para o trabalho em  São   Paulo. “Como o conselho é absorvido por uma rotina que nem   sempre é aquela planejada pelo conselheiro, é preciso elencar as ações   prioritárias e elaborar as estratégias”, comenta Elaine.</p>
<p>Uma das propostas discutidas  no CMDCA-SP é a criação de  um grupo de trabalho sobre a Lei da Aprendizagem. A  ideia é que o GT  seja coordenado pelo conselho e congregue todos os segmentos  com essa  afinidade temática.</p>
<p>“Não adianta apenas garantir  o direito à aprendizagem, sem oferecer  instrumentos e conhecimento. Um dos  objetivos do GT seria realizar  seminários regionais para as instituições e para  as empresas”, explica a  presidente do CMDCA paulistano.</p>
<p><strong>Criação de Fórum</strong></p>
<p>Em Porto Alegre, o estudo sobre a lei de aprendizagem  começou em  2002 com quatro entidades. Em 2007, foi criado o Fórum  Municipal de  Aprendizagem Profissional (Formap), ligado ao Conselho  Municipal da Criança e  Adolescente. Hoje cerca de 30 entidades se  reúnem quinzenalmente para discutir  o tema.</p>
<p>“A proposta do Fórum é gerar  maior conhecimento sobre a  lei, operacionalizar a formação e ajudar no  fortalecimento das  entidades. Debatemos, por exemplo, qual é a melhor proposta  pedagógica,  como atingir os adolescentes da periferia e as nossas  dificuldades”,  comenta Haidê Venzon, membro da coordenação do Formap.</p>
<p>O Fórum também discute as  possíveis resoluções  municipais, como ocorreu com a de agosto de 2008. Nesta  resolução, há  as orientações para as entidades que desejam obter registro no  CMDCA  para executar a lei de aprendizagem. Por meio dos debates, uma das   conquistas do grupo foi incluir como um dos princípios do programa de   aprendizagem de Porto Alegre: o atendimento prioritário a adolescentes  de baixa  renda e em situação de vulnerabilidade social.</p>
<p>“A aprendizagem é uma  referência para os adolescentes.  Quase todos terminam o programa e conseguem  emprego”, enfatiza Haidê.  Hoje em Porto Alegre há cerca de 1300 aprendizes formados  por  aproximadamente dez entidades registradas no CMDCA.</p>
<p>Segundo Haidê, as entidades  da capital gaúcha estão bem  informadas sobre o funcionamento da lei da aprendizagem.  “Quando há  dificuldades para montar o projeto, nós ajudamos”, conta.</p>
<p><strong>Seminário para Empresas</strong></p>
<p>Na outra ponta do processo,  Haidê aponta problemas. Para  a ampliação dos aprendizes no município, a  representante do Formap,  considera importante trabalhar melhor a sensibilização  com as empresas.  “Em geral, elas não conhecem as instituições. Só chegam até  nós pela  fiscalização da DRT (Delegacia Regional do Trabalho)”, revela.</p>
<p>Para criar um canal de  comunicação com as empresas, o Formap planeja realizar um seminário no segundo  semestre.</p>
<p>O CMDCA de Campinas,  município do interior de São Paulo,  enfrenta o mesmo desafio. Em 2007, a Comissão Jovem  Aprendiz de  Campinas organizou um seminário para sensibilizar as entidades.</p>
<p>“Agora pretendemos realizar  um grande seminário para que  os empresários cumpram de fato a cota definida  pela lei de  aprendizagem”, conta a representante da Coordenação da Comissão  Jovem  Aprendiz, Vera Lia Cardoso Teixeira.</p>
<p>Além de receber todos os  pedidos de certificação para  programas de aprendizagem do município, a  Comissão, desde 2005, procura  promover, analisar e discutir a lei de  aprendizagem. Também oferece  formação às entidades.</p>
<p>Em Campinas, há ainda o Dia  Municipal do Adolescente  Aprendiz, comemorado no dia 19 de dezembro, para  ajudar na divulgação e  na valorização da aprendizagem.</p>
<p>“O CMDCA precisa também ser  um articulador junto a  Secretaria de Trabalho e Renda para possível  financiamento das ações  voltadas à aprendizagem”, comenta Vera.  A assistente social reforça  esse papel do  conselho, pois tem notado nos últimos anos a diminuição  dos pedidos de  entidades de assistência social para execução de  programas de aprendizagem.</p>
<p>“Essas instituições têm  dificuldades para manter as  exigências e os custos do programa de aprendizagem.  Quando muda o  perfil da entidade, há o risco de a clientela não ser jovens  apenas de  baixa renda”, explica Vera.</p>
<p>No começo de 2008, eram 19  entidades de assistência social registradas no CMDCA para execução da  aprendizagem. Hoje são 15.</p>
<p><strong>Obtenção do registro</strong></p>
<p>Em Salvador, a atuação do  CMDCA voltada à lei de  aprendizagem restringe-se à visitação para preparar e  fiscalizar as  instituições executoras do programa. “Procuramos orientar as  entidades e  prestar todo o auxílio durante o processo de inscrição”, comenta a   coordenadora do conselho, Sheila Santos.</p>
<p>A entidade de Salvador que  deseja obter o registro no  CMDCA precisa submeter seu projeto a três etapas de  avaliação. A Câmara  de Política Pública avalia a metodologia e a fundamentação,  já a  Câmara técnica de orçamento e fundo analisa a relação custo-benefício.  Em  seguida, o projeto vai para a apreciação do colegiado, composto por  sete  representantes da sociedade civil e sete representantes das  secretarias  municipais. Todos os pareceres são avaliados e ocorre a  votação para aprovação  ou não do registro do programa.</p>
<p>O Conselho de Salvador não  tem o número de aprendizes  atendidos nos programas do município. “Nós hoje  estamos fazendo o  diagnóstico da situação da criança e do adolescente na  cidade”, conta  Sheila.</p>
<p><em>Por Talita Mochiute<br />
Originalmente publicada em 05/05/09</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/03/21/entre-os-desafios-cmdcas-devem-difundir-informacao-sobre-a-lei/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pioneiras na formação de aprendizes tomam rumos diferentes</title>
		<link>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/03/21/pioneiras-na-formacao-de-aprendizes-tomam-rumos-diferentes/</link>
		<comments>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/03/21/pioneiras-na-formacao-de-aprendizes-tomam-rumos-diferentes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 12:45:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei do Aprendiz]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[instituições formadoras]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aprendiz.locaweb.com.br/conexaoaprendiz/?p=512</guid>
		
        <!--<description><![CDATA[]]></description>
		<description><![CDATA[]]></description>-->
        
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em                2003, o <a href="http://www.ciee.org.br/" target="_blank">Centro                  de Integração Empresa-Escola</a> (CIEE) formou 87                aprendizes. No ano passado, esse número atingiu 12 mil jovens.                A <a href="http://www.espro.org.br/" target="_blank">Associação                  de Ensino Social Profissionalizante </a> (Espro) também registrou                um forte crescimento; no início eram 30 aprendizes, hoje                são 7 mil.</p>
<p>Enquanto isso, instituições como o <a href="http://www.camppinheiros.org.br/" target="_blank">Centro                de Aprendizagem e Monitoramento Profissional Dr. Joaquim Lourenço</a> (Camp Pinheiros) e o <a href="http://www.cpa.org.br/" target="_blank">Centro                  de Profissionalização de Adolescentes</a> (CPA “Pe.                Bello”) também cresceram, mas em proporções                menores. O Camp Pinheiros passou de 300 para 600 jovens, e o CPA                foi de 15 para 35.</p>
<p>As duas diferentes realidades representam as trajetórias                das instituições paulistas pioneiras na formação                de aprendizes. Por meio de grandes estruturas e ampla rede de parcerias,                CIEE e Espro, por exemplo, expandiram fortemente o número                de jovens formados, passando a atuar em âmbito nacional. Por                outro lado, com estruturas reduzidas e dificuldade de captação                de parceiros, entidades como o Camp Pinheiros e o CPA também                cresceram, porém de maneira mais tímida, com alcance                restrito à cidade de São Paulo.</p>
<p>Pela <a href="http://www.conexaoaprendiz.org.br/alei/" target="_blank">Lei                de Aprendizagem</a> (nº 10.097), de 2000, empresas de médio                e grande porte devem ter entre 5% a 15% do seu quadro de funcionários                formado por aprendizes. Para ser contratado como aprendiz é                preciso ter entre 14 e 24 anos e estar matriculado na escola ou                já ter concluído o Ensino Médio. Também                é necessário cursar um programa de educação                profissional oferecido pelo Sistema S, por escolas técnicas                ou entidades sem fins lucrativos.</p>
<p><strong>Diferentes perfis</strong></p>
<p>A Espro e o CIEE foram as primeiras instituições                da cidade de São Paulo habilitadas pelo <a href="http://portal.prefeitura.sp.gov.br/cidadania/conselhosecoordenadorias/cmdca" target="_blank">Conselho                  Municipal da Criança e do Adolescente</a> (CMDCA) a formar                aprendizes em 2003. Já o Camp Pinheiros e o CPA receberam                o registro do CMDCA em março de 2005.</p>
<p>“Temos filiais em 566 cidades e parcerias com outras organizações.                Selecionamos e capacitamos 60 ONGs. A área de relações                institucionais é responsável pela busca de novas parcerias”,                afirma a gerente geral da Espro, Eliandra Cardoso.</p>
<p>Já o CIEE firmou em 2007 uma parceria com a Fundação                Roberto Marinho (FRM) que originou o<a href="http://www.aprendizlegal.org.br/" target="_blank"> Programa Aprendiz Legal</a>. “Essa parceria agregou valor                ao programa. Uniu a expertise pedagógica da FRM à                capilaridade nacional do CIEE, permitindo que jovens e empresas                de todo o país se beneficiassem”, comenta o gerente                do programa, Everton Mendes.</p>
<p>Nesta parceria, a FRM oferece o suporte pedagógico e o CIEE                cuida do recrutamento, seleção e capacitação                teórica dos aprendizes. Os 12 mil jovens da entidade estão                distribuídos em quase todos os estados brasileiros e trabalham                em uma das 3 mil empresas parceiras do CIEE.</p>
<p>CPA e Camp Pinheiros também fecharam novas parcerias durante                o desenvolvimento do programa de aprendizagem, mas em menor escala.                O CPA começou com duas empresas, atualmente está com                dez. Já o Camp Pinheiros passou de 143 para 160.</p>
<p>“É muito difícil. A lei ainda não é                tão divulgada quanto deveria. Além disso, nossa equipe,                composta por quatro pessoas, é responsável pela captação                de parceiros, pela capacitação dos jovens e pelo acompanhamento                do aprendizado dos jovens que já estão nas empresas”,                conta a coordenadora do programa de aprendizagem do CPA, Kelly Alves                do Carmo.</p>
<p><strong>Poucos parceiros</strong></p>
<p>Outras duas instituições que receberam seus registros                em 2005 vivem situações semelhantes &#8211; com pequena                expansão, ou até redução do número                de vagas &#8211; mas com um detalhe: tem um número reduzido de                parceiros desde o registro no CMDCA.</p>
<p>Desde o início, o <a href="http://www.capsnossolar.org.br/" target="_blank">Centro                de Assistência e Promoção Social Nosso Lar</a> (Cenlep) e o <a href="http://www.acolhe.org.br/" target="_blank">Centro                  Social Nossa Senhora do Bom Parto</a> têm como principal parceiro                o Banco do Brasil. A primeira conta com outras seis empresas de                pequeno porte e a segunda continua somente com o banco.</p>
<p>Diante dessa situação, o Cenlep, que em 2002, mesmo                sem registro no CMDCA, formou 150 aprendizes, sete anos depois atende                98 jovens. O Bom Parto passou de 20 para 40 jovens formados atualmente.</p>
<p>A coordenadora geral do Cenlep, Rosana Ferraioulo, também                aponta a captação de empresas como uma das principais                dificuldades para a ampliação das vagas. “Você                precisa de um funcionário voltado para isso. Eu não                tenho financiamento para bancar um profissional só para captação”,                explica.</p>
<p>Para a orientadora de programas para jovens do Bom Parto, Luciana                Cury Rea, outro desafio na hora do estabelecimento de uma nova parceria                é convencer as empresas de grande porte, já contribuintes                do Sistema S, a aceitarem a proposta de outras entidades formadoras.                “Se a empresa já tem parceria com Senai, dificilmente                fechará parceria com outra instituição”,                explica.</p>
<p><strong>Desafios</strong></p>
<p>Independente da situação, as instituições                formadoras de aprendizes concordam que o grande desafio ainda é                a disseminação da lei. “É preciso conscientizar                um número cada vez maior de organizações para                abrir oportunidades para a juventude, divulgando os benefícios                da aprendizagem”, afirma Mendes, do CIEE.</p>
<p>De acordo com Luciana, do Bom Parto, as empresas e as entidades                têm muitas dúvidas sobre o funcionamento da lei. “As                empresas só procuram a entidade formadora, quando são                autuadas pelo Ministério do Trabalho”, complementa                Rosana, do Cenlep.</p>
<p>Outra preocupação das organizações                é quanto ao entendimento das empresas sobre aspecto educacional                do programa. “O jovem precisa entender a importância                da aprendizagem teórica na instituição. As                empresas, por sua vez, compreenderem que aquele jovem não                é um funcionário comum, é um aprendiz”,                comenta Rosana.</p>
<p>Para que as empresas se comprometam com o desenvolvimento dos jovens,                as instituições costumam realizar palestras para orientar                os empregadores. Os aprendizes também são acompanhados                pelas instituições durante o programa.</p>
<p>Uma das dificuldades das instituições com o fim do                período de aprendizagem é mapear a quantidade de jovens                efetivados pelas empresas ou que conseguiram outra colocação                no mercado de trabalho.</p>
<p>“Pretendemos neste ano começar fazer um acompanhamento                mais sistemático, mas podemos dizer que cerca de 70% conseguem                se inserir formalmente no mercado”, diz Kelly do CPA. A Espro                também deseja criar um departamento para levantar esses dados.</p>
<p>Por Talita Mochiute<br />
Publicada originalmente em 27/02/09</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/03/21/pioneiras-na-formacao-de-aprendizes-tomam-rumos-diferentes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>MP amplia idade do menor aprendiz para 24 anos</title>
		<link>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/03/21/mp-amplia-idade-do-menor-aprendiz-para-24-anos/</link>
		<comments>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/03/21/mp-amplia-idade-do-menor-aprendiz-para-24-anos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 12:32:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei do Aprendiz]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Lei de Aprendizagem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aprendiz.locaweb.com.br/conexaoaprendiz/?p=478</guid>
		
        <!--<description><![CDATA[]]></description>
		<description><![CDATA[]]></description>-->
        
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, no dia 14 de junho, uma Medida Provisória que estende a aprendizagem até 24 anos. Com a mudança legal, os contratos de aprendizagem que se encerravam quando o jovem completava 18 anos, agora podem ser prorrogados. Os contratos, de acordo com a Lei 10.097/00, que disciplina a contratação do menor aprendiz continuam a ter duração de dois anos.</p>
<p>O aumento da idade foi contemplado em MP que trata principalmente do Escola de Fábrica, programa do Ministério da Educação voltado para a qualificação de jovens. O secretário-executivo do Ministério do Trabalho e Emprego, Alencar Ferreira, considerou a medida relacionada à aprendizagem como mais uma iniciativa do governo Federal voltada para unificar as ações voltadas para a juventude.</p>
<p>Alencar lembrou que a aplicação da Lei da Aprendizagem deverá tornar-se ainda mais efetiva com a regulamentação da Lei que está sendo examinada na Casa Civil da Presidência da República.</p>
<p>Na aprendizagem – com a qual estão comprometidas as grandes empresas, em limites que variam entre 5% e 15% de seu quadro pessoal –, os jovens trabalham e recebem também qualificação profissional.</p>
<p>O secretário de Políticas Públicas de Emprego, Remígio Todeschini, acredita que o potencial de vagas a ser criado com a mudança por meio da MP poderá ultrapassar 300 mil. A ampliação dos contratos de aprendizagem é uma das metas do Programa Primeiro Emprego.</p>
<p><em>(Site: Ministério do Trabalho e Emprego)</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/03/21/mp-amplia-idade-do-menor-aprendiz-para-24-anos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Grandes empresas ainda não aplicam plenamente a Lei do Aprendiz</title>
		<link>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/03/21/grandes-empresas-ainda-nao-aplicam-plenamente-a-lei-do-aprendiz/</link>
		<comments>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/03/21/grandes-empresas-ainda-nao-aplicam-plenamente-a-lei-do-aprendiz/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 12:31:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Carneiro da Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei do Aprendiz]]></category>
		<category><![CDATA[Lei de Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aprendiz.locaweb.com.br/conexaoaprendiz/?p=791</guid>
		
        <!--<description><![CDATA[]]></description>
		<description><![CDATA[]]></description>-->
        
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-807" href="http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/03/21/grandes-empresas-ainda-nao-aplicam-plenamente-a-lei-do-aprendiz/attachment/121110/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-807" style="margin: 7px;" title="121110" src="http://aprendiz.locaweb.com.br/conexaoaprendiz/wp-content/uploads/2010/11/1211101-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Pesquisa com as maiores empresas do Brasil identificou problemas no cumprimento da Lei de Aprendizagem (10.097/2000). Segundo o estudo, que consultou 109 companhias, 7% não têm aprendizes. Das 93% que contratam, 43% estão abaixo do exigido pela lei. Entre as que cumprem a cota, 83% não excedem o mínimo de 5%.</p>
<p>Os dados são da pesquisa “Perfil Social, Racial e de Gênero das 500 Maiores Empresas do Brasil e Suas Ações Afirmativas”, lançada na última quinta-feira (11/11), na cidade de São Paulo (SP). O estudo foi realizado pelo Instituto Ethos e pelo Ibope por meio de um questionário enviado a 500 empresas.</p>
<p>De acordo com os presidentes das empresas, responsáveis pelas respostas, a principal justificativa para a não contratação de aprendizes é a falta de conhecimento ou experiência da companhia para lidar com o assunto (41%). Outros 36% dizem que o motivo é a falta qualificação dos aprendizes e 23% a falta de interesse dos aprendizes pela empresa.</p>
<p>A pesquisa também constata uma reprodução, com os aprendizes, da desigualdade observada na contratação de mulheres, negros e pessoas com deficiência. Do total de aprendizes contratados pelas empresas, 37% são mulheres, 35% negros e apenas 0,5% são adolescentes e jovens com deficiência. Desse último grupo, 0,22% têm deficiência física, 0,10% visual, 0,15% auditiva e 0,03% com múltiplas deficiências.</p>
<p>As principais áreas de formação dos aprendizes são: administrativa, operações, recursos humanos e comercial.</p>
<p><strong>Dúvidas</strong></p>
<p>Empresário, para esclarecer dúvidas de como contratar aprendiz, acesse: <a href="http://www.conexaoaprendiz.org.br/editoria/alei/contratar/" target="_blank">COMO CONTRATAR</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/03/21/grandes-empresas-ainda-nao-aplicam-plenamente-a-lei-do-aprendiz/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aprendizes com deficiência: sem limite de idade</title>
		<link>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/03/21/aprendizes-com-deficiencia-sem-limite-de-idade/</link>
		<comments>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/03/21/aprendizes-com-deficiencia-sem-limite-de-idade/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 12:21:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei do Aprendiz]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[pessoa com deficiência]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aprendiz.locaweb.com.br/conexaoaprendiz/?p=491</guid>
		
        <!--<description><![CDATA[]]></description>
		<description><![CDATA[]]></description>-->
        
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong></strong><strong></strong>As  empresas e pessoas com deficiência contam com um recurso que pode  estimular a  contratação de pessoas com deficiência. Trata-se da Lei  11.180, que altera, em  seu artigo 18, os artigos 428 e 433 da  Consolidação das leis do Trabalho (CLT).  Em vigor desde setembro de  2005, essa Lei eleva a idade–limite de adolescentes  aprendizes de 18  para 24 anos e não estabelece limite de faixa etária para  aprendizes  com deficiência.</p>
<p>O contrato de aprendizagem é amparado pela lei nº 10.097 e estabelece  que o empregador  inscrito em programa de aprendizagem, ofereça formação  técnico-profissional ao  empregado com deficiência, pelo período máximo  de dois anos. Antes, a faixa  etária era limitada a 24 anos; hoje, não  há limite de idade para aprendizes com  deficiência. O prazo do  contrato, porém, continua de dois anos. O contrato de  aprendizagem é  realizado junto a instituição de ensino, por exemplo, os  Serviços  Nacionais de Aprendizagens Industrial e Comercial (Senai e Senac).</p>
<p>A Lei tem impacto positivo sobre a colocação profissional de pessoas com   deficiência na medida em que, hoje, muitas empresas reclamam da  inexistência,  no mercado de trabalho, de pessoas com deficiência  qualificadas. Esse argumento  foi, muitas vezes, utilizado para  justificar o descumprimento da lei de cotas,  a 8213/91, que estabelece  reserva de percentual de postos de trabalho a pessoas  com deficiência.</p>
<p>A lei de cotas e demais medidas implementadas para favorecer a inserção   profissional de pessoas com deficiência não constituem numa solução  ideal. A  sociedade não deveria precisar se valer da legislação para  incluir seus  membros, mas Dr. Ricardo Tadeu destaca que, mesmo hoje,  esse tipo de lei que  estabelece percentual para minorias ainda é  vigente em países da Europa, desde  a Segunda Guerra.</p>
<p>O procurador esteve em Washington (DC, EUA), para participar do evento   “Disability and Inclusive Development: Sharing, Learning and Building   Alliances”, realizado na sede do Banco Mundial, sobre o tema: “Redução  da  pobreza pela inclusão da pessoa com deficiência no mercado de  trabalho”. Doutor  Ricardo Tadeu é cego e participa intensamente das  questões que envolvem os  direitos das pessoas com deficiência, em  especial na área do Trabalho. No  evento, falou para representantes das  Américas, África, Europa, Índia e  Austrália sobre a legislação e  instituições brasileiras voltadas ao trabalho da  pessoa com  deficiência. Ele lembra que trouxe desse evento a nítida impressão  que o  Brasil está há “anos-luz” em relação ao que existe em outros países do   Terceiro Mundo em termos de colocação profissional.<br />
<em>Originalmente publicada em 14/08/2007<strong><br />
</strong>Fonte:  www.ame-sp.org.br</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/03/21/aprendizes-com-deficiencia-sem-limite-de-idade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aprendiz com deficiência preenche uma única cota</title>
		<link>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/03/13/aprendiz-portador-de-deficiencia-preenche-uma-unica-cota/</link>
		<comments>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/03/13/aprendiz-portador-de-deficiencia-preenche-uma-unica-cota/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Mar 2011 12:18:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei do Aprendiz]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[pessoa com deficiência]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aprendiz.locaweb.com.br/conexaoaprendiz/?p=473</guid>
		
        <!--<description><![CDATA[]]></description>
		<description><![CDATA[]]></description>-->
        
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1642" href="http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/03/13/aprendiz-portador-de-deficiencia-preenche-uma-unica-cota/250211c/"><img class="alignleft size-full wp-image-1642" style="margin: 7px;" title="250211c" src="http://www.aprendiz.locaweb.com.br/conexaoaprendiz/wp-content/uploads/2011/03/250211c.jpg" alt="" width="142" height="132" /></a>Aprendiz com deficiência deficiência. Sua empresa já pensou nisso?</p>
<p>Muitas empresas ficam na dúvida na hora de contratar um funcionário com essas duas características. Afinal, em qual das duas cotas exigidas por lei ele é inserido: a de Aprendiz ou a de Portadores de Deficiência?</p>
<p>Segundo Ana Gentil, responsável pelo programa de deficientes do CIEE, o adolescente portador de necessidades especiais compreende a qualquer uma das cotas, mas não as duas juntas.</p>
<p>Também é o que diz Maria de Fátima e Silva, responsável pela área de responsabilidade social da Gelre, empresa de recrutamento e seleção de profissionais. “O adolescente aprendiz portador de deficiência só pode cumprir com uma das duas cotas”. E explica: “O programa de aprendizagem tem tempo determinado, inicio e fim, e no caso do deficiente, não há previsão para ele se desligar da empresa. É como se fosse um empregado normal”.</p>
<p>Mas a discussão sobre adolescentes portadores de deficiência não gira apenas sobre as cotas que as empresas têm que cumprir, mas também se eles estão ou não prontos para enfrentar o mercado de trabalho. Ana acredita que se o adolescente passou por uma formação antes de ir para a empresa ele só terá dificuldades para se adaptar se a organização não estiver preparada para absorvê-lo.</p>
<p>Para João Batista Ribas, coordenador do projeto de formação profissional de deficientes no Serasa, é fundamental que se qualifique jovens portadores de deficiência para que, por meio de um trabalho de responsabilidade social, as empresas possam oferecer maior possibilidade de efetivação. E ainda diz, “o Programa Serasa de Empregabilidade de Pessoas com Deficiência tem uma metodologia que garante a efetiva inclusão profissional e social”. Ribas completa dizendo “esses programas podem ser muito importantes na vida desses adolescentes pois agregam à oportunidade do primeiro emprego, cursos de qualificação e vivência profissional orientada”.</p>
<p>Outra aspecto bastante presente nas empresas é o preconceito que muitos adolecentes sofrem por parte de alguns funcionários. Mas Ana acredita que esse preconceito está totalmente vinculado à falta de preparação da empresa para receber profissionais considerados diferentes. “No fundo, o maior preconceito que eles sofrem é pelo fato de serem adolescentes e não deficientes”.</p>
<p><em>Originalmente publicado em 13/07/2004<br />
Autor: Márcio Santana</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/03/13/aprendiz-portador-de-deficiencia-preenche-uma-unica-cota/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Projeto forma 100 jovens em Suzano (SP)</title>
		<link>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/02/14/projeto-forma-100-jovens-em-suzano-sp/</link>
		<comments>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/02/14/projeto-forma-100-jovens-em-suzano-sp/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 11:52:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei do Aprendiz]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.conexaoaprendiz.org.br/?p=1533</guid>
		
        <!--<description><![CDATA[]]></description>
		<description><![CDATA[]]></description>-->
        
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação Orsa e a Prefeitura Municipal de Suzano comemoram mais uma conquista do projeto Geração Aprendiz, que tem como objetivo possibilitar aos jovens (entre 14 e 24 anos incompletos) da região uma formação cidadã e, ao mesmo tempo, técnica e prática, para a inserção no mercado formal de trabalho. Na última sexta (11/2), ocorreu a formatura dos 100 primeiros alunos qualificados pelo projeto.</p>
<p>O projeto Geração Aprendiz atua como uma ponte entre o jovem e as empresas, considerando que a profissionalização do adolescente é uma etapa do processo educativo. Primeiramente, os aprendizes passam por um curso de seis meses de duração. Na sequência, a Fundação Orsa articula junto às empresas a contratação desses jovens no primeiro emprego, e os acompanha pelos dois próximos anos.</p>
<p>Para a Fundação Orsa, o projeto reflete a política de incentivo ao emprego e a preocupação com o futuro dos jovens da região, metas que estão sempre presentes em sua linha de atuação. Além dos 100 alunos, há outras duas turmas que terminam o curso nos próximos meses, totalizando 300 jovens aprendizes.</p>
<p>O projeto Geração Aprendiz também atua nas cidades de Barueri, São Paulo e no Vale do Jarí (PA). Realizada em parceria com organizações sociais de áreas urbanas e rurais, essa iniciativa traz ganhos às empresas, que passam a contar com jovens talentos, e aos próprios aprendizes, que têm a oportunidade de iniciar a vida profissional.<br />
<em><br />
Com informações da assessoria de imprensa</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/02/14/projeto-forma-100-jovens-em-suzano-sp/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cooperativismo investe na formação de aprendizes</title>
		<link>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/02/14/cooperativismo-investe-na-formacao-de-aprendizes/</link>
		<comments>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/02/14/cooperativismo-investe-na-formacao-de-aprendizes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 11:42:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei do Aprendiz]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativismo]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.conexaoaprendiz.org.br/?p=1542</guid>
		
        <!--<description><![CDATA[]]></description>
		<description><![CDATA[]]></description>-->
        
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1547" href="http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/02/14/cooperativismo-investe-na-formacao-de-aprendizes/attachment/140211/"><img class="alignleft size-full wp-image-1547" style="margin: 7px;" title="140211" src="http://www.aprendiz.locaweb.com.br/conexaoaprendiz/wp-content/uploads/2011/02/140211.jpg" alt="" width="142" height="132" /></a>Na próxima quarta-feira (16/2), o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de São Paulo (Sescoop-SP) assinará convênio com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) com o objetivo de ampliar a oferta do programa de formação de aprendizes para as cooperativas. Com três anos de atuação, o programa “Aprendiz Cooperativo” atende 289 jovens, contemplando nove cidades do interior paulista. O convênio permitirá ao Sescoop-SP a ampliação do alcance do programa a todo interior paulista, graças a capilaridade do CIEE.</p>
<p>Segundo Maria Ester Duarte P. Rechi, gestora do programa do Sescoop-SP, o convênio possibilitará o pronto atendimento da demanda represada. Assim que firmado, cooperativas que atuam em 15 municípios paulistas vão contratar mais 71 aprendizes no programa Aprendiz Legal, do CIEE, que beneficia adolescentes e jovens com idade entre 14 e 24 anos que, pela primeira vez, ingressam no mercado de trabalho, agora pela porta de uma cooperativa</p>
<p>“Diariamente as cooperativas procuram o Sescoop-SP interessadas no programa, já que manter jovens em início de carreira em seus quadros é uma condição estabelecida por lei. Para realizar esse trabalho em todo o estado, como estamos fazendo com o CIEE, seriam necessários investimentos em infraestrutura e pessoal em diversas localidades, o que levaria tempo e vultosas quantias”, explica ela.</p>
<p>O “Aprendiz Cooperativo” foi desenvolvido conforme a Lei da Aprendizagem Profissional. Consiste na formação prática e teórica, com o objetivo de promover a inserção do jovem no mercado de trabalho formal, oferecendo a ele ao mesmo tempo a possibilidade da colocação profissional e da qualificação. Estão enquadradas na Lei da Aprendizagem as cooperativas que têm no mínimo sete funcionários em regime CLT e que tiveram movimentação financeira maior que R$ 2,4 milhões no ano anterior.</p>
<p>Enquanto faz o curso profissionalizante, o jovem aprendiz pratica a teoria, oferecida pelo CIEE, na rotina administrativa de uma cooperativa.  Para a jornada de seis horas diárias, o jovem contará com registro em carteira, salário mínimo hora, FGTS e vale &#8211; transporte.</p>
<p>Para a implantação do convênio, o Sescoop-SP se responsabiliza pela formação do quadro de instrutores do CIEE, que vão oferecer a doutrina cooperativista aos jovens que participarão do “Aprendiz Cooperativo”. Assim, além da qualificação oferecida por meio do Programa Aprendiz Legal, o jovem cumprirá o módulo de 64 horas sobre cooperativismo. O programa tem duração de 12 a 24 meses e, ao término, o jovem recebe certificado concedido conjuntamente pelo Sescoop/SP e CIEE.</p>
<p>Para o presidente do Sescoop-SP, Edivaldo Del Grande, esse convênio pode contribuir para amenizar a necessidade de renovação nas cooperativas. “A sociedade brasileira ainda não entende o que é uma cooperativa. É preciso ensinar ao jovem os valores e princípios, os benefícios e a força do cooperativismo, para que ele possa se interessar e dar continuidade a essa estrutura de negócio, cujo foco é a qualidade de vida das pessoas, a distribuição mais justa da renda, o equilíbrio socioeconômico das comunidades”, avalia Del Grande.</p>
<p><em>Com informações do CIEE</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/02/14/cooperativismo-investe-na-formacao-de-aprendizes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>SESI e SENAI realizam matrícula de aprovados para cursos</title>
		<link>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/01/27/sesi-e-senai-vao-disponibilizar-40-vagas-para-cursos-gratuitos-do-programa-ebep/</link>
		<comments>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/01/27/sesi-e-senai-vao-disponibilizar-40-vagas-para-cursos-gratuitos-do-programa-ebep/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 17:59:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jovem e Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Rondônia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.conexaoaprendiz.org.br/?p=1401</guid>
		
        <!--<description><![CDATA[]]></description>
		<description><![CDATA[]]></description>-->
        
			<content:encoded><![CDATA[<p>O SESI em Porto Velho está efetuando a matrícula dos alunos aprovados no processo seletivo do SENAI Marechal Rondon, realizado no último dia 18, para preencher as vagas do Programa de Educação Básica e  Educação Profissional (EBEP). As aulas  terão início em 7 de fevereiro.</p>
<p>De acordo com a gestora de Educação Profissional do SENAI, Silvana Cavalcante, o objetivo do programa é articular a Educação Básica com a Educação Profissional, formando jovens preparados para o mercado de trabalho.</p>
<p>Durante os três anos do ensino médio, os alunos selecionados participarão de cursos profissionalizantes, paralelamente as aulas. O programa possibilita qualificação profissional em pouco tempo, além de oferecer duas certificações de nível médio: Diploma do Ensino Médio e Habilitação Técnica.</p>
<p>O presidente do Conselho Regional do SENAI Rondônia e do Sistema FIERO, Denis Roberto Baú, ressalta que o projeto tem foco na educação com formação integral dirigida às demandas da indústria . “O diferencial é a otimização do tempo. O aluno inicia com 15 anos e aos 18, ele já terá concluído o ensino médio e adquirido a habilidade técnica”, analisou Baú.</p>
<p>Um dos objetivos, segundo Baú, é ajudar os jovens a sanar deficiências educacionais. “A qualidade do ensino médio das escolas SESI/RO e a alta tecnologia dispensada pelo SENAI/RO vão gerar o diferencial competitivo no mercado de trabalho&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.conexaoaprendiz.org.br/2011/01/27/sesi-e-senai-vao-disponibilizar-40-vagas-para-cursos-gratuitos-do-programa-ebep/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

