Empresas estão longe de utilizar potencial de contratação

 

Portal Busca Jovem facilita parceria entre formadores e empregadores

 
 

BankBoston aposta no desenvolvimento pessoal e profissional do aprendiz

Por Andressa Munik
13/08/04

Antes mesmo de completar um ano de projeto, o BankBoston já considera seu programa de aprendizes um sucesso. Otimistas com os rumos que o projeto tem tomado, o banco aposta no desenvolvimento não só profissional, como pessoal dos adolescentes.

“O crescimento pessoal e profissional dos aprendizes é uma grande preocupação nossa. Por isso, fazemos reuniões a cada 30 dias com os adolescentes, e semestralmente com a ONG para a troca de experiência”, afirma a coordenadora do projeto Simone Passos.

Dessa forma, os aprendizes recebem cursos de inglês, cidadania e ética durante todo o processo. Além das aulas, o projeto foi dividido em duas partes: na primeira os aprendizes fazem visitas monitoradas na Fundação BankBoston para conhecer melhor todos projetos sociais que a instituição desenvolve. Já na segunda, o projeto pretende focar questões como orientação de carreira e desenvolvimento profissional. “Queremos tirar dúvidas e conhecer mais a fundo o que eles tem em mente”, diz Simone.

Antes de iniciar o projeto foi preciso pesquisar bastante uma entidade formadora que fosse de encontro com as expectativas do banco. Após longa procura, o banco acabou optando pelo Espro (Ensino Social Profissionalizante). “Pesquisamos diversas entidades e encontramos o Espro, que trabalha com a Lei desde 1943 e faz o acompanhamento pessoal e profissional, o que consideramos um diferencial”, explica Patrícia Rebello Silvestre, superintendente de Recursos Humanos.

O programa, hoje, conta com a participação de 10 aprendizes que atuam nas áreas de Operações e Recursos Humanos. “Tomamos um imenso cuidado com as áreas onde iríamos colocar os aprendizes”, diz Patrícia, ao comentar que os aprendizes não podem atuar em áreas de informações sigilosas, nem em contato direto com os clientes.

O aprendiz Ricardo da Silva, 16 anos, que trabalha na Biblioteca do Boston School acredita que se não fosse esse programa, provavelmente não teria tido uma oportunidade. “Talvez sem a Lei de Aprendizagem, eu não estaria aqui, mostrando a minha capacidade como profissional, onde procuro me empenhar ao máximo”.


 

 

   
   
Treinamento e família são essenciais no programa de O Boticário
   
Motorola ajuda aprendiz a descobrir futuro
   
Desde 1961, Volks já efetivou mais de 5 mil aprendizes
   
JPMorgan é um dos pioneiros na contratação de aprendizes
   
Banco Real tem programa próprio autorizado pelo CMDCA
   
Indiana Seguros oferece aprendizado, esporte e cultura
   
   


Untitled Document
   
Veja como divulgar vagas
   
Leia na íntegra a
Lei nº 10.097
   
Confira livros sobre primeiro emprego
   
Espro oferece cursos para adolescentes