Entenda como conseguir uma vaga.

Saiba quais os passos para contratar

Prepare o jovem para a vida e para o trabalho

Cartilha para ONGs
Como elaborar um
programa de
aprendizagem.

download

 
 

Empresas de Maringá contratam 407 jovens


Quatrocentos e sete jovens da Região de Maringá entraram no mercado de trabalho, nos últimos doze meses, com a ajuda da lei 10.097/2000 - que prevê a criação de vagas para aprendizagem profissional em empresas. A informação é do chefe da Seção de Inspeção do Trabalho da Delegacia Regional do Trabalho de Maringá, auditor fiscal Fernando de Syllos, que acompanha e incentiva as organizações da região a cumprirem a lei.

Para conseguir esse resultado, a Subdelegacia vem fazendo um trabalho de sensibilização e esclarecimento junto às empresas e também de atração de novos parceiros. É o caso das instituições privadas de ensino superior Cesumar e Unipar, cujos acadêmicos e professores dão aulas para os aprendizes nas sedes das duas escolas. “Há pouco tempo, as aulas do ensino profissional ficavam restritas às próprias entidades que cadastram os interessados (Sesi, Senai, Guarda Mirim, Cedus e Lar Escola). Agora a nossa rede conta com a adesão das universidades, o que valoriza muito o nosso aprendiz”, conta o fiscal.

A livraria e papelaria Bom Livro é uma das 184 empresas instaladas nos municípios de Maringá, Umuarama, Cianorte, Paranavaí e Campo Mourão que mantêm aprendizes em seus quadros. A experiência começou há um ano, logo após seus diretores serem informados pela Subdelegacia do Trabalho de que a empresa está obrigada, de acordo com a Lei do Aprendiz, a contratar jovens estudantes. “No começo ficamos preocupados, achando que a adaptação seria demorada, mas logo percebemos que a bagagem que eles trouxeram era muito positiva e que tinham condições de dar conta do trabalho”, conta a gerente de vendas Ana Maria Orlandini Munhoz.

Segundo Ana Maria, o aprendiz Edivaldo Rodrigues dos Santos, de 16 anos, tem todas as chances de ver seu sonho realizado: a contratação como funcionário regular, depois de encerrado o período de aprendizagem. Estudante do 1º ano do Ensino Médio, ele é um dos três aprendizes que a Bom Livro mantém nas áreas administrativa e financeira. Ele trabalha de manhã e recebe meio salário mínimo. “É uma grande ajuda. Estudo, trabalho num ambiente ótimo, pago as minhas contas e ainda colaboro em casa”, conta o rapaz, que é filho de pai caminhoneiro e mãe empregada doméstica, tem três irmãos e quer fazer faculdade de Educação Física.

Jean Rodrigo de Góes, de 14 anos, está fazendo contagem regressiva para seguir o mesmo caminho de Edivaldo. Depois de ter sido um dos quarenta selecionados do Centro Social Marista, ele já está cursando as aulas de aprendizagem e vai começar a trabalhar em uma distribuidora de produtos alimentícios no final do mês. “É uma grande responsabilidade”, diz o garoto, que também vai trabalhar pela manhã. “Tenho que dar ainda mais atenção aos estudos porque, quem não tirar a nota mínima, é desligado”, completa. O dinheiro que vai ganhar ajudará a mãe a manter o irmãozinho que vai nascer.

Mais informações: www.mte.gov.br/DRT

(Ministério do Trabalho e Emprego)


 

 

   
   
Programas devem assegurar mínimo estipulado pela Lei
   
Jovens discutem educação e trabalho, em São Paulo
   
Programa Primeiro Emprego impulsiona contratação de aprendizes
   
Petrobras investe R$ 37 milhões na inclusão de jovens
   
DRT promove abertura de vagas em Foz do Iguaçu
   
Lei do Aprendiz ganha apoio de setor de automecânica, em Sorriso
   

 



Untitled Document
   
Veja como divulgar vagas
   
Leia na íntegra a
Lei nº 10.097
   
Confira livros sobre primeiro emprego
   
Espro oferece cursos para adolescentes