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A inserção no mercado
de trabalho tem ficado cada vez mais difícil para todos os
segmentos populacionais. No entanto, quem encontra maior dificuldade
é o jovem. A população nessa faixa etária
cresceu 32% e o número de jovens empregados formais caiu
14,8% no período de 1989 a 2001, de acordo com o Relatório
Anual de Informações Sociais (RAIS) do Ministério
do Trabalho e Emprego.
A pesquisa também faz um alerta ao
mostrar que grande parcela desses jovens não apresenta níveis
de escolaridade condizentes com a idade e já estão
ativos no mercado de trabalho.
A Lei
de Aprendizagem aparece, então, como uma alternativa
para a inserção de adolescentes entre 14 e 24 anos
incompletos, no mercado de trabalho.
Estar na condição de aprendiz,
significa trabalhar, ganhar experiência, aprender uma profissão
e, ao mesmo tempo, estar preparado e qualificado para o mercado,
com a ajuda de uma formação técnico-profissional.
O adolescente dever conciliar o trabalho com os estudos, dando sempre
prioridade à sua formação.
Por que ser um aprendiz?
Oportunidade de colocação no Mercado de Trabalho.
Experiência profissional.
Direito à formação técnico-profissional.
Formação profissional teórica na organização
formadora e prática na empresa.
Registro na carteira de trabalho.
Direitos trabalhistas e previdenciários garantidos.
Direito a um salário mínimo-hora.
Cursos de formação com custo zero.
Contribuição na renda familiar.
Como ser um adolescente aprendiz?
É necessário que o adolescente tenha entre 14 e 24 anos
incompletos.
Ter concluído ou estar cursando o Ensino Fundamental.
Estar vinculado ou se cadastrar em uma organização
com Programa de Aprendizagem.
Durante a contratação, o adolescente tem direito à
formação profissional, paralelamente
ao ensino convencional.
O aprendiz pode ser contratado tanto pela organização
quanto pela empresa.
É
garantido o salário
mínimo/hora, registro na Carteira de
Trabalho e Previdência Social.
Veja
lista de organizações
que formam aprendizes.
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